Equipa especializada · Duas viaturas com grua
Bombas de furo: extraímos, diagnosticamos e voltamos a instalar
É a nossa especialidade mais antiga. Temos equipa dedicada a captação subterrânea e duas viaturas com grua — um pesado e um ligeiro — o que significa que não dependemos de meios de elevação alugados nem de agendas de terceiros.
Âmbito
O que inclui
Substituição de bomba
A intervenção mais pedida. Extraímos a coluna, avaliamos o estado real e instalamos o equipamento correcto para o furo — não a cópia do que lá estava.
- Extracção com grua própria
- Inspecção de coluna, cabo e válvula
- Bomba e motor dimensionados ao furo
- Arranque com leitura de corrente e caudal
Avaria e diagnóstico
Antes de propor equipamento, procuramos a causa. Bomba queimada duas vezes no mesmo furo nunca é coincidência.
- Medição de isolamento do motor e cabo
- Verificação de níveis estático e dinâmico
- Ensaio de caudal do furo
- Relatório com causa provável e recomendação
Furo novo
Equipamos furos acabados de executar, com ensaio prévio para dimensionar correctamente e não sobrecarregar a captação.
- Ensaio de caudal e rebaixamento
- Escolha da profundidade de instalação
- Coluna, cabo, sonda e cabeça de furo
- Quadro com protecção de falta de água
Recuperação de material
Coluna partida, bomba solta ou cabo caído dentro do furo. Temos meios e prática para recuperar sem danificar a entubação.
- Pesca com meios próprios
- Avaliação prévia de risco
- Inspecção do estado da entubação
Camisa de refrigeração
Motor submersível em furo largo ou com bomba abaixo dos ralos arrefece mal e falha cedo. Resolve-se com camisa.
- Cálculo da velocidade de refrigeração
- Fabrico e montagem de camisa
- Reposicionamento da bomba na coluna
Protecção contra funcionamento em seco
A causa número um de motores queimados. Instalamos sempre — mesmo quando não vem no orçamento inicial.
- Sonda de nível ou eléctrodos
- Relé de falta de água por corrente
- Transdutor de pressão
- Rearme automático temporizado
Porque é que uma bomba de furo queima
Em mais de metade das intervenções a que somos chamados, a bomba anterior não morreu de velha. Morreu por uma destas razões:
- Funcionamento em seco — o furo não dá o caudal que a bomba pede, o nível dinâmico desce até à aspiração e o motor fica sem refrigeração.
- Bomba sobredimensionada — instalou-se caudal a mais para o furo, e o resultado é arranques e paragens constantes ou rebaixamento excessivo.
- Instalação demasiado profunda — assente na zona de decantação, a bomba aspira areia e destrói impulsores e camisas de desgaste.
- Arranques em excesso — sem vaso de expansão adequado ou sem variador, um grupo pode arrancar dezenas de vezes por hora.
- Cabo ou emenda mal executados — entra humidade, o isolamento cai e o motor vai atrás.
- Sem protecção eléctrica adequada — falta de fase numa rede trifásica queima um motor submersível em minutos.
Substituir bomba sem tratar a causa é comprar a mesma avaria outra vez. Por isso o nosso diagnóstico começa sempre no furo, não no equipamento.
O nível dinâmico é o número que interessa
O nível estático — onde a água assenta com o furo parado — é fácil de medir e não serve para dimensionar. O que conta é o nível dinâmico: onde a água estabiliza com a bomba a trabalhar ao caudal de projecto. É esse valor, somado à altura até ao ponto de entrega e às perdas de carga, que define a altura manométrica total.
Um furo com nível estático a 15 metros pode ter nível dinâmico a 60 metros a 20 m³/h. Dimensionar pelos 15 metros dá uma bomba que não chega lá acima e um motor a trabalhar fora de curva.
Duas viaturas, dois tipos de acesso
O pesado com grua serve colunas longas, bombas de grande porte e furos profundos. O ligeiro com grua entra onde o pesado não entra: caminhos de herdade, jardins de moradia, pátios interiores, acessos de condomínio e casas de bombas em cave. Ter os dois é o que nos permite dizer «vamos hoje» em vez de «temos de alugar uma grua».
O que fica documentado
No fim de cada intervenção entregamos os valores que interessam para o futuro: profundidade de instalação, comprimento de coluna, secção de cabo, nível estático, nível dinâmico, caudal medido, pressão e corrente absorvida por fase. Da próxima vez que houver um problema — connosco ou com quem quer que seja — o diagnóstico começa com dados, não com suposições.
Obra nossa
Instalações que fizemos
Perguntas frequentes
Bombas de furo — o que nos perguntam
A minha bomba de furo deixou de dar água. É avaria da bomba?
Nem sempre. Pode ser o furo a baixar de nível, o quadro em protecção, o cabo, o motor, uma válvula de retenção presa ou a coluna partida. Antes de extrair fazemos leituras eléctricas e de nível, que na maioria dos casos já indicam onde está o problema.
Quanto tempo demora substituir uma bomba de furo?
Com a bomba certa disponível, uma substituição corrente resolve-se no próprio dia — extracção, montagem da nova, descida e arranque. O que costuma alongar o prazo é o equipamento de encomenda ou a decisão de corrigir também a parte eléctrica.
Trabalham a que profundidade?
Trabalhamos em furos domésticos de poucas dezenas de metros e em captações agrícolas e industriais bastante mais profundas. A pergunta certa não é a profundidade máxima mas o peso da coluna a extrair — e é isso que avaliamos ao telefone antes de nos deslocarmos, para levar a viatura adequada.
Recuperam bombas caídas dentro do furo?
Recuperamos, com meios próprios. Avaliamos primeiro o risco: nalgumas situações a tentativa de pesca mal feita danifica a entubação e transforma um problema caro num problema muito mais caro. Dizemos honestamente quando vale a pena tentar.
Vale a pena reparar uma bomba de furo ou compensa comprar nova?
Depende do porte. Em bombas pequenas raramente compensa reparar. Em equipamento de maior dimensão, a reparação com peças originais costuma ser vantajosa. Damos as duas opções com valores, incluindo o custo de energia previsto em cada cenário.
Que bombas submersíveis existem e como escolher uma para o meu furo?
Depende do diâmetro do furo, do nível dinâmico, do caudal pretendido e da altura a vencer. O diâmetro fecha a primeira escolha, porque a bomba tem de caber no furo; dentro dele, escolhe-se pela curva (ver bombas Caprari).
Onde trabalhamos
Bombas de furo em toda a região
Fale com um técnico, não com um call center
Diga-nos onde é a obra. Vamos lá ver.
Deslocamo-nos com grua a Tróia, Comporta, Melides, Grândola, Lisboa e Setúbal. Levantamento no local, medição de caudal e pressão, proposta com curva e ponto de funcionamento.
243 302 538Seg–Sex 08:30–18:00 · Sáb 09:00–13:00
Peça uma visita técnica
Respondemos no próprio dia útil. Se preferir falar já, 243 302 538.