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Quadros · Variadores · Sondas · Telegestão

Variação de velocidade e automação, feitas por quem percebe de hidráulica

Temos um técnico electricista dedicado a variação electrónica de velocidade e automação. A diferença nota-se na parametrização: um variador afinado por quem conhece a curva da bomba e a curva da rede trabalha de outra maneira.

Âmbito

O que inclui

Quadros eléctricos

Fabricados por nós, à medida da instalação e das correntes reais. Com espaço para intervir e esquema dentro da porta.

  • Arranque directo, estrela-triângulo, soft-start ou VEV
  • Protecção térmica, magnética e diferencial
  • Detecção de falta e inversão de fase
  • Comando manual, automático e ensaio

Variadores de frequência

Selecção, instalação e parametrização completa, com regulação PID sobre pressão, caudal ou nível.

  • Consigna de pressão constante
  • Rampas de arranque e paragem sem golpe de aríete
  • Frequência mínima para evitar trabalho fora de curva
  • Protecção contra funcionamento em seco

Sondas e instrumentação

Sem instrumentação não há automação — há apenas equipamento caro a funcionar às cegas.

  • Transdutores de pressão
  • Sondas de nível e eléctrodos
  • Caudalímetros e contadores com emissor
  • Pressostatos e vacuostatos

Automação de estação

Lógica de comando completa: cascata, rotação, alternância, prioridades e modos de emergência.

  • Rotação por horas de funcionamento
  • Arranque e paragem em cascata
  • Gestão de depósito e de nível
  • Sequência de lavagem da filtragem

Telegestão

Estado, alarmes e histórico acessíveis à distância. Saber que há problema antes de o cliente ligar.

  • Alarmes por SMS ou aplicação
  • Leitura remota de pressão, caudal e nível
  • Histórico de consumo e de horas
  • Comando remoto de arranque e paragem

Eficiência energética

Medimos antes e depois. Se a intervenção não se paga, dizemos que não se paga.

  • Medição de consumo real por grupo
  • Análise do perfil de carga
  • Simulação de poupança com VEV
  • Relatório com retorno estimado

Um variador mal parametrizado é pior do que não ter variador

É o problema que encontramos com mais frequência em instalações feitas por terceiros: o equipamento está lá, é bom, e está mal afinado. Frequência mínima demasiado baixa, e a bomba trabalha fora de curva sem caudal nem refrigeração. Rampas demasiado rápidas, e há golpe de aríete na conduta. PID mal ajustado, e a pressão oscila permanentemente. Sem frequência de paragem definida, o grupo nunca desliga e consome dia e noite.

Parametrizar um variador para bombagem exige saber onde é o ponto de melhor rendimento da bomba, qual é a altura geométrica mínima abaixo da qual não vale a pena rodar, e como se comporta a rede em carga parcial. É informação hidráulica, não eléctrica — e é por isso que tratamos as duas coisas na mesma equipa.

Onde a variação de velocidade compensa

  • Consumo muito variável ao longo do dia — hotéis, condomínios, edifícios de serviços.
  • Rega por sectores com caudais diferentes, onde o grupo fixo obriga a estrangular na válvula.
  • Redes longas, onde a pressão constante evita excesso nos pontos próximos.
  • Instalações com arranques frequentes, onde cada arranque desgasta motor e vedantes.

E onde não compensa: caudal constante durante longos períodos, com altura manométrica estável. Nesses casos o ganho é marginal e dizemos isso — preferimos não vender um variador a vender um variador que não se paga.

Protecções que evitam a avaria cara

Um motor submersível de furo queima em poucos minutos com falta de fase. Uma bomba de superfície a trabalhar sem água destrói o empanque quase de imediato. Estas avarias custam muito mais do que as protecções que as evitam, e ainda assim é raro encontrá-las instaladas. Nós instalamos sempre: falta de fase, sequência de fases, protecção térmica ajustada à corrente nominal real, e protecção contra funcionamento em seco por sonda ou por corrente.

Documentação e acesso

Cada quadro leva esquema eléctrico no interior da porta e os parâmetros do variador registados e entregues em papel e em ficheiro. Se um dia for outro técnico a intervir, tem por onde começar. Não fazemos instalações fechadas nem dependência artificial.

Obra nossa

Instalações que fizemos

Intervenção num quadro eléctrico de automação
Intervenção num quadro eléctrico de automação
Quadro de comando de um grupo de pressurização
Quadro de comando de um grupo de pressurização

Variadores de velocidade

Os variadores com que trabalhamos

Para variação de velocidade em bombas e quadros eléctricos, trabalhamos com a Danfoss (linha VLT AQUA Drive), a Vacon (série 100 FLOW) e a Schneider Electric (Altivar Process). Escolhe-se pela bomba, pela potência e pelo que a instalação pede, não pela marca.

Para a rega

Programadores de rega e gestão remota

Quando a automação é de rega — sectores, bomba, filtros e fertilização —, propomos os programadores Agrónic: o 4500, o 2500 e o monocabo, e a plataforma VEGGA para os gerir à distância. Ver também a rega por sistema e por cultura.

Perguntas frequentes

Automação e variação de velocidade — o que nos perguntam

Podem instalar um variador numa bomba que já tenho?

Na maioria dos casos sim, desde que o motor seja adequado e a instalação eléctrica permita. Verificamos primeiro o motor, o cabo, o comprimento de linha e a necessidade de filtros de saída, sobretudo em motores submersíveis com cabo longo.

Quanto se poupa em energia com variação de velocidade?

Depende inteiramente do perfil de consumo. Numa instalação que trabalha muito tempo em carga parcial, a poupança é substancial; numa que trabalha sempre a caudal nominal, é pequena. Medimos o consumo actual antes de dar qualquer número — não trabalhamos com percentagens de brochura.

Fazem telegestão de estações afastadas?

Fazemos, com comunicação móvel e alarmes para telemóvel ou aplicação. É particularmente útil em captações isoladas, herdades e estações que ninguém visita diariamente.

Fazem quadros à medida ou só compram feitos?

Fabricamos à medida. Um quadro feito para a instalação tem as protecções ajustadas às correntes reais, espaço para intervir e a lógica de comando que aquela estação precisa — e não a que vinha de série.

Fale com um técnico, não com um call center

Diga-nos onde é a obra. Vamos lá ver.

Deslocamo-nos com grua a Tróia, Comporta, Melides, Grândola, Lisboa e Setúbal. Levantamento no local, medição de caudal e pressão, proposta com curva e ponto de funcionamento.

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