Projecto · Montagem · Arranque · Manutenção
Estações de bombagem dimensionadas ao ponto de funcionamento
Uma estação de bombagem não é uma bomba num pavilhão. É a curva da rede, o colector, as protecções, o quadro, a redundância e a manutenção — desenhados em conjunto para que a instalação trabalhe onde é eficiente e não onde calha.
Âmbito
O que inclui
Captação
Furo, rio, vala, charca, albufeira ou depósito. Cada origem impõe uma solução diferente de aspiração, ferragem e protecção contra funcionamento em seco.
- Submersíveis de furo com coluna e cabo
- Grupos de aspiração com ferragem automática
- Bombas verticais em câmara húmida
- Protecção por sonda de nível e transdutor
Elevação e transporte
Levar caudal de A a B com a menor energia possível. Calculamos a perda de carga real da conduta antes de escolher a bomba.
- Cálculo de perda de carga por troço
- Golpe de aríete e válvulas de protecção
- Ventosas e purgas em pontos altos
- Medição de caudal com contador ou caudalímetro
Pressurização
Manter pressão constante seja qual for o consumo. É aqui que a variação de velocidade paga o investimento em poucos meses.
- Grupos duplos, triplos e múltiplos
- Rotação automática entre bombas
- Vaso de expansão dimensionado
- Pressão constante por transdutor e PID
Colector e órgãos
O que separa uma estação profissional de uma improvisação: acessos, seccionamento e leitura.
- Colector em aço inox ou galvanizado
- Válvulas de seccionamento e retenção por bomba
- Manómetros em aspiração e compressão
- Juntas de desmontagem para intervir sem cortar
Quadro eléctrico
Construído por nós, não comprado feito. Dimensionado às correntes reais e ao modo de arranque escolhido.
- Arranque directo, estrela-triângulo, soft-start ou VEV
- Protecção térmica, diferencial e falta de fase
- Comando manual e automático
- Sinalização de avaria e contacto para telegestão
Ensaio antes da obra
Temos banco de ensaio próprio. O grupo é montado, ligado e testado na oficina antes de sair para o local.
- Verificação de caudal e pressão
- Leitura de corrente absorvida por fase
- Ensaio de arranque e paragem
- Relatório de ensaio entregue ao cliente
O erro que mais encontramos: a bomba certa no sítio errado da curva
Quando somos chamados a uma estação que consome demais, aquece, faz cavitar ou queima selos, a causa raramente é a marca da bomba. É o ponto de funcionamento. A bomba foi escolhida por caudal nominal de catálogo e não pelo cruzamento da sua curva com a curva real da rede — que inclui altura geométrica, perdas de carga na conduta, filtros, válvulas e acessórios.
Uma bomba a trabalhar longe do seu ponto de melhor rendimento paga-se em electricidade todos os meses e em avarias todos os anos. Corrigir isso é, muitas vezes, mais barato do que a factura de energia de uma época alta.
O que medimos antes de propor seja o que for
- Caudal necessário, por sector e em simultaneidade real — não a soma de tudo ligado ao mesmo tempo.
- Altura geométrica entre o nível de captação e o ponto mais desfavorável da rede.
- Perda de carga na conduta, filtragem e acessórios, para o caudal de projecto.
- Pressão mínima exigida no ponto crítico: aspersor, emissor, boca de incêndio ou torneira da cota mais alta.
- Perfil de consumo ao longo do dia e do ano — é o que decide entre grupo fixo, duplo ou com variador.
- Qualidade da água, que determina materiais, filtragem e periodicidade de manutenção.
Estação nova ou recuperação da existente
Nem sempre compensa deitar tudo fora. Em muitas estações o colector, o depósito e a conduta estão bons e o que falha é o grupo, o quadro ou a ausência de regulação. Nesses casos propomos a intervenção mínima que resolve o problema — e dizemo-lo por escrito, mesmo quando a venda seria maior a substituir tudo.
Redundância: quanto vale não parar
Num resort em Agosto, numa adega em vindima ou num campo de golfe em Julho, uma estação parada não é um incómodo — é prejuízo directo e reputação. Para estas instalações desenhamos sempre com bomba de reserva e rotação automática, de modo a que uma avaria seja um assunto de manutenção e não uma emergência.
Depois de instalada
Entregamos a estação com esquema hidráulico, esquema eléctrico, parâmetros do variador registados e relatório de ensaio. Se um dia chamar outra empresa, encontra tudo documentado. É assim que achamos que se deve trabalhar.
Obra nossa
Instalações que fizemos
Perguntas frequentes
Estações de bombagem — o que nos perguntam
Quanto tempo demora a montar uma estação de bombagem?
Depois de aprovada a proposta e com equipamento em stock, uma estação pressurizada corrente fica montada e a funcionar em poucos dias. Estações de maior porte, com quadro dedicado, obra civil ou equipamento de encomenda, dependem sobretudo dos prazos de fabrico. Damos sempre prazo por escrito antes de começar.
Conseguem trabalhar com o projecto do meu engenheiro?
Sim, e com frequência. Executamos projecto de terceiros e, quando detectamos algo que na prática vai criar problema, dizemos — com o cálculo em cima da mesa. A decisão final é do dono de obra e do projectista.
A estação pode ficar mais eficiente sem trocar a bomba?
Muitas vezes sim. Corrigir a filtragem, eliminar um estrangulamento, substituir uma válvula mal dimensionada ou instalar um variador com pressão constante costuma dar ganhos significativos sem tocar no grupo. Começamos sempre por aí.
Fazem manutenção de estações que não instalaram?
Fazemos. Começamos com uma visita de diagnóstico, levantamos o estado do equipamento e das protecções e propomos um plano. Não exigimos que se substitua nada para prestar assistência.
Vendem electrobombas e bombas de água?
Vendemos e instalamos electrobombas submersíveis e de superfície, grupos de pressão e bombas para águas residuais, das marcas com que trabalhamos (ver marcas). Ao balcão em Santarém ou com instalação e arranque. O preço é sob consulta, porque depende do modelo e da instalação.
Onde trabalhamos
Estações de bombagem em toda a região
Fale com um técnico, não com um call center
Diga-nos onde é a obra. Vamos lá ver.
Deslocamo-nos com grua a Tróia, Comporta, Melides, Grândola, Lisboa e Setúbal. Levantamento no local, medição de caudal e pressão, proposta com curva e ponto de funcionamento.
243 302 538Seg–Sex 08:30–18:00 · Sáb 09:00–13:00
Peça uma visita técnica
Respondemos no próprio dia útil. Se preferir falar já, 243 302 538.